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Design thinking e ativismo: 4 formas de aplicação

Por Luiza Azevedo, Jandira Queiroz e ChatGTP

Aqui na equipe #OrganizandoSonhos, a gente acredita muito no poder das pessoas para resolver problemas e questões complexas do nosso tempo. E achamos que, para isso, o foco do nosso trabalho deve ser sempre GENTE. A maior parte da equipe se encontrou no ativismo - seja no campo dos direitos humanos, das artes ou da política, nossos caminhos se cruzaram por causa da nossa crença no nosso poder de operar mudanças que sejam positivas e duradouras para muita gente.


Nesse caminho, acabamos adotando o design thinking como ferramenta fundamental para o desenvolvimento das nossas metodologias, táticas e estratégias. Mas você já parou para pensar como o ativismo pode se beneficiar do design thinking? Nós nos fizemos essa pergunta, e veja o que encontramos.


Design thinking e ativismo são abordagens complementares que buscam resolver problemas complexos nas nossas sociedades e promover mudanças positivas para a coletividade.


O design thinking é uma abordagem de desenvolvimento de produtos e serviços centrada no usuário - ou seja, nas pessoas - para a resolução de problemas. Enfatiza a empatia, a experimentação e soluções inovadoras.


Ativismo é a ação organizada para promover mudanças significativas em nível social, político ou ambiental.


Juntos, o ativismo e o design thinking podem ser usados para resolver problemas complexos e fazer a diferença na sociedade. O design thinking fornece uma abordagem estruturada para identificar as necessidades das pessoas e criar soluções inovadoras, enquanto o ativismo fornece a força e o impulso para implementar mudanças significativas. A aplicação do design thinking no ativismo pode ser extremamente útil para garantir que as soluções para problemas sociais ou políticos sejam eficazes e impactantes.


Mas e na prática, como podemos aplicar o design thinking ao nosso ativismo?


Com a ajuda do ChatGTP (não vamos mentir!), encontramos pelo menos 4 aspectos em que o design thinking pode nos ajudar tremendamente no desenvolvimento estratégico do nosso ativismo.


  1. Identificação de necessidades: nos processos do design thinking, começamos sempre com a compreensão das necessidades e desejos das pessoas envolvidas. No ativismo, isso significa entender as necessidades e desafios enfrentados pelas pessoas afetadas por questões sociais ou políticas. Então, busque sempre compreender quais são as necessidades daquele grupo com quem você pretende colaborar, ou quais são as reais necessidades cotidianas do seu público-alvo. O que aquelas pessoas querem que mude e, principalmente, o que elas estão dispostas a fazer por isso?

  2. Prototipagem rápida: o design thinking enfatiza a criação de protótipos rápidos e baratos para testar soluções. No ativismo, isso significa experimentar diferentes abordagens de campanha ou ação para ver o que é mais eficaz. Ou seja, você pega aquela ideia maravilhosa, faz um modelo dela e testa com seu público. Assim, você terá uma ideia mais certa se aquilo vai funcionar ou flopar. Se funcionar, você investe. Se não, você ajusta e testa novamente.

  3. Empatia: o design thinking enfatiza a empatia com o usuário. No ativismo, isso significa colocar-se no lugar das pessoas afetadas por questões sociais ou políticas e compreender suas necessidades e desafios. Há várias ferramentas e metodologias para fazer isso. Uma delas é a imersão, que significa passar um tempo vivendo o mesmo contexto das pessoas afetadas pelo problema que você quer ajudar a resolver. Quanto tempo? Você decide.

  4. Colaboração: o design thinking é uma abordagem colaborativa que busca envolver diferentes perspectivas e experiências. No ativismo, isso significa trabalhar, desde o início do desenvolvimento da ideia, com diferentes grupos e indivíduos. Só assim, você poderá criar soluções eficazes e impactantes, que façam sentido junto ao seu público-alvo e aos grupos afetados.

Aplicando o design thinking ao ativismo, é mais provável que você consiga criar soluções inovadoras e eficazes para questões sociais e políticas complexas. Não estamos falando de respostas simples para perguntas difíceis - o nome disso é preguiça, ou oportunismo, depende de quem lê.


Tanto o design thinking quanto o ativismo precisam de tempo para que as mudanças sejam reais e eficazes. O que nós temos visto nas nossas experiências é que a combinação dessas duas forças pode levar a mudanças positivas e significativas na sociedade.


Quer saber mais sobre como a gente aplica essa dupla dinâmica nos nossos cursos e consultorias? Entre em contato!

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